Administra o teu Blog

Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis

Claudia Vieira e Pedo Teixeira

06/09/2007 GMT 1

claudiaa...

m.s @ 17:42

pedrolaufactorestv701.jpg

Fábrica de Actores

Joana Solnado, Pedro Teixeira, João Catarré e Benedita Pereira souberam aproveitar

da melhor forma o sucesso que lhes chegou sob a forma de “morango”

Cláudia Vieira
Tem mostrado que é muito mais do que uma cara bonita das novelas nacionais

Quem é que não se lembra das personagens…Ana Luísa ou Simão?

Todos eles fizeram parte da história de Morangos com Açúcar e, apesar de muito jovens, conseguiram, com o seu talento e trabalho, vingar na dura arte de representar.

No ar, nas novelas Fala-me de Amor e Tempo de Viver, estão Cláudia Vieira, Ana Guiomar, Pedro Teixeira e Benedita Pereira. A primeira, que protagonizou a segunda série de Morangos, no papel de Ana Luísa, é agora Lara, uma manequim que já teve problemas com drogas e andou no mundo da prostituição. Muito diferente da ingénua Ana Luísa, que fazia par romântico com Simão, interpretado por Pedro Teixeira, que é agora Bernardo, um dos vértices de um dos triângulos amorosos Tempo de Viver.

Comentários

Comentários(32) »

  1. As poesias de Luiz Domingos de Luna estão a disposição na web para postagem. Caso goste,

    Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girando
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?

    Luiz Domingos de Luna | 15-06-2008 - 04:48:13 GMT 1 #

  2. Universo Paralelo
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar é o ser
    É o Poder é o ter
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo - do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada a terra o chão

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal.
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teimando em voltar.

    Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

    Luiz Domingos de Luna | 26-06-2008 - 23:04:21 GMT 1 #

  3. Aos Seres Humanos

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Quebrando correntes
    No tempo a passar
    Mistérios a desvendar
    A todo o momento

    Se tudo fosse diferente
    Teria o ser humano
    O pensar, um plano.
    Da existência presente

    Que show arriscado
    De um palco sem fim
    O infinito vem a mim
    Ou já foi programado

    Tanta existência
    Quem vai usufruir
    O tempo destruir
    Ou há consistência

    A Vida acompanha
    As etapas da curva
    Existe uma luva
    De potência tamanha

    Controlar o processo
    De toda imensidão
    É plenitude da razão
    Ou pensamento, ao inverso.

    É do ser humano obrigação
    Conhecer todo o infinito
    Ou existe um conflito
    Buscando interrogação?

    Já não é chegado
    A hora de saber
    Do universo o porquê ?
    Na existência - postado.

    Os trabalhos do professor Luiz Domingos de Luna estão a disposição na web. Naõ Contate o autor, visto seus tabalhos serem postados com a finalidade única do engrandecimento da epistemologia genética da humanidade. Repostagem de dominio público. Citar fonte e autor

    Luiz Domingos de Luna | 29-06-2008 - 04:49:35 GMT 1 #

  4. Entre Colunas

    Luiz Domingos de Luna
    www. Revistaaurora.com

    Entre nascimento e morte
    Pego o meu passaporte
    Numa vida a bailar
    Dos dois pontos faço linha
    Numa estrada que caminha
    Na sorte ou no azar
    Entre colunas eu fico
    Sempre a caminhar
    Não pode ter acidente
    Senão quebra a corrente
    Já não posso respirar
    Uma reta esticada
    Cada passo, uma pisada
    Tenho que controlar
    Não posso sair do prumo
    Ou então um tombo
    Para me derrubar
    Do útero para cova
    Uma vida se renova
    Cheirando interrogação
    No meio das ampulhetas
    Viro pó, sombra e chão.
    Ou larva de borboleta
    Uma vida nova nasce
    É uma transformação ?

    Luiz Domingos de Luna | 03-07-2008 - 04:35:59 GMT 1 #

  5. A Tela de Compostela
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Matéria no corpo diluída
    O Espírito a chama clarear
    Contorno de tudo a acentuar
    O Equilíbrio da alma indefinida

    A estrada da poeira percorrida
    O Peso da história a carregar
    Andarilhos pelo mundo a vagar
    Corpo dilacerado, carne dolorida.

    Busca da grande interrogação
    Indagação ao humano, toda hora.
    Pergunta sem resposta, que aflora.
    Na caminhada, da caminhada - a imensidão

    A fadiga corrói o corpo fraco
    Na tela do ferro a rasgar
    O corpo humano a sangrar
    Na busca da infinitude do aço

    Em pedaços a matéria a chorar
    Clamando o grande encontro
    É o homem, é o outro, é o espanto
    Que no final tem que juntar
    Carregando em um só corpo o mistério
    Destes fragmentos em um só “eu” aglutinar

    Luiz Domingos de Luna | 15-07-2008 - 03:19:40 GMT 1 #

  6. Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

    Luiz Domingos de Luna | 15-07-2008 - 16:50:48 GMT 1 #

  7. Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

    Luiz Domingos de Luna | 15-07-2008 - 16:51:33 GMT 1 #

  8. Novas postagens poéticas

    Luiz Domingos de Luna | 17-07-2008 - 00:19:56 GMT 1 #

  9. A Tela de Compostela
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Matéria no corpo diluída
    O Espírito a chama clarear
    Contorno de tudo a acentuar
    O Equilíbrio da alma indefinida

    A estrada da poeira percorrida
    O Peso da história a carregar
    Andarilhos pelo mundo a vagar
    Corpo dilacerado, carne dolorida.

    Busca da grande interrogação
    Indagação ao humano, toda hora.
    Pergunta sem resposta, que aflora.
    Na caminhada, da caminhada - a imensidão

    A fadiga corrói o corpo fraco
    Na tela do ferro a rasgar
    O corpo humano a sangrar
    Na busca da infinitude do aço

    Em pedaços a matéria a chorar
    Clamando o grande encontro
    É o homem, é o outro, é o espanto
    Que no final tem que juntar
    Carregando em um só corpo o mistério
    Destes fragmentos em um só “eu” aglutinar

    Luiz Domingos de Luna | 20-07-2008 - 02:52:03 GMT 1 #

  10. Alma Ferida
    Luiz Domingos de Luna

    Na Caminhada dos passos
    Resistência de um intelecto
    A Dor de um martírio incerto
    O barulho do tempo espaço

    No asfalto rastejando ofegante
    Fome, dor, tristeza e cansaço.
    Tem que nervo de aço
    Para subir a rampa derrapante

    De repente um chute nas entranhas
    O Corpo o saco de pancadas
    A vida a um tempo aniquilada
    Pelo ódio brutal do tirano

    A Matéria toda esfarelada
    As carnes doloridas na estrada
    Cada murro uma queda abalada
    A dor da morte avizinhada

    A Carne morredoura fraquejante
    O Espírito um eterno vigilante
    Observa o corpo frágil ondulante
    O Olho não reconhece mais o atacante

    A Inércia empurra o corpo cambaleante
    A derrota da matéria castigada
    O Troféu do agressor é levantado
    Derrotaste a carne morredoura
    Mas a alma a sonhar encantadora
    Nos umbrais do tempo a gritar
    -Tenho que juntar este bagaço
    Humano e uma nova vida começar?

    Luiz Domingos de Luna | 31-07-2008 - 17:58:18 GMT 1 #

  11. A Miragem
    Luiz Domingos de Luna

    É muito fácil observar
    A presilha dos seres humanos
    Sentidos, prazeres, desenganos.
    Uma paisagem a embelezar

    Tudo parece um sonho
    Emoções sentimentos
    Um corpo lançado ao vento
    Na busca de um mundo risonho

    Cada um num carrossel a girar
    O filme da vida pontuando
    O Futuro ao presente ocupando
    O Passado a história registrar

    A maquina humana em movimento
    Os líquidos internos em plena ação
    Uma desordem que vai parar-Pena
    Deixar a cadeira, para outro ocupar.
    É um show com tempo determinado
    É Viver plenamente a emoção?
    É A razão e emoção conjuntamente
    Ou o grande parque da Ilusão ?

    Luiz Domingos de Luna | 09-08-2008 - 21:03:11 GMT 1 #

  12. Espaço de luz!
    Luiz Domingos de Luna

    Uma idéia nasceu
    Percorreu o espaço
    Sinto o que faço
    Já não sou eu

    A obra que rola
    Na esfera social
    No arremate final
    Parece uma bola

    Cada chute uma pancada
    -O Público já analisou
    Pois, ele é sempre o senhor.
    Da obra que foi criada.

    Estrada corrente de dor
    Cada letra uma pisada
    Toda linha esmagada
    Na lógica do leitor

    O Conjunto é uma esfera
    De vértice quebrado
    Ou tem giro acelerado
    Ou o motor emperra

    Passar no crivo social
    Num filtro bem condensado
    Na página, tela, lixo ou lado.
    O Poema tem seu final.

    Luiz Domingos de Luna | 09-08-2008 - 21:04:23 GMT 1 #

  13. A Busca

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A Alma humana a buscar
    A todo e qualquer momento
    É uma força ou um sentimento
    Que nunca pode parar

    É incrível o aprimoramento
    Que precisa aprimorar
    O pensamento a vagar
    Em um novo firmamento

    Seja qual for à maneira
    Tem que modificar
    Pois está no DNA
    É uma seqüência inteira

    Tudo a repensar
    Nada está concluído
    É como um fluido
    Em constante derramar

    Talvez o eixo da dúvida
    Esta procura, enfim.
    Nada tem um fim
    É o sentido da vida

    Parar um instante
    Isso nem pensar
    A busca sempre a buscar
    É uma corrente andante.
    Aonde vamos chegar?

    Luiz Domingos de Luna | 11-08-2008 - 23:13:28 GMT 1 #

  14. Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido

    Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm

    Luiz Domingos de Luna | 12-08-2008 - 16:53:16 GMT 1 #

  15. A Construção do Eu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A cada dose um contentamento
    De uma vida a apreciar
    Numa escala a determinar
    O tipo de comportamento

    Uns a forma o juramento
    Outros a matéria a clamar
    E os da alma a cantar
    A voz do ego o pensamento

    São corpos dobrados ao vento
    Na dimensão do espaço
    O intelecto de aço
    A fazer questionamento

    Um mundo a semente
    Sem depender da paisagem
    É sempre uma passagem
    Do corpo, alma e mente.

    Qual vetor determinante
    Dos três fragmentos
    Uma vida de argumentos
    Na matéria, o mundo dominante.

    São vidas alinhamentos
    Em linhas determinadas
    Cada qual em sua estrada
    O Viver a cada momento

    Ou tem que somar tudo
    Provar a dose em separado
    De um mundo agrupado
    A cada gosto um fel dobrado
    Ou o brilho do mel achado
    De um novo ser em movimento.

    Luiz Domingos de Luna | 18-08-2008 - 22:24:47 GMT 1 #

  16. O Vazio

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    O Vazio não pode ter nada
    Se tiver algo, ele está ausente.
    Na plena ausência está presente
    Antes do ponto ou depois da disparada?

    O Vazio não pode ser conceituado
    A Noção que se tem é dogmatizada
    A ausência é a presença do não chegado
    O Vazio não tem uma lógica estruturada

    O Vazio não pode ser preenchido
    Preencheu o vazio, ele sumiu.
    Sumiu-se, ele nunca existiu.
    O Vazio está escondido?

    O Vazio quebra a existência
    Quebra a matéria e o tempo
    Não pode ter momento
    Existe no cosmo? Ou na inteligência?

    Como encontrar o vazio?
    A existência toma seu espaço
    Ou ela está em pedaços
    A ausência de tudo. Quem já viu?

    O Nada absoluto. Plena Garantia
    Sem buraco negro, sem quasares.
    Sem o avesso da matéria
    Sem o avesso da energia
    Sem átomos, sem moléculas.
    Sem luz, sem escuridão.
    Um vazio perfeito
    A ausência da existência
    A Luz da criação!

    Luiz Domingos de Luna | 25-08-2008 - 22:39:15 GMT 1 #

  17. O Gênio da Gravidade

    Luiz Domingos de Luna

    Cada tombo uma queda
    O Ser vivo a equilibrar
    Não pode escorregar
    Uma altura que esfarela

    Quem anda de avião
    Já fica preocupado
    Numa pane é jogado
    Corpo sem vida no chão

    Gravidade impiedosa
    Sempre a puxar das alturas
    Até às vezes, dá tonturas.
    De queda assombrosa

    Lá da montanha, um condor.
    Voava tranquilamente
    Num instante somente
    Pensei que estivesse parado
    Parado nas alturas
    Está tudo errado
    Cadê tua força, puxador?
    Eu estava enganado
    Não era um condor
    Não era um planador
    Era um simples beija-flor
    Enganando a gravidade.

    FONTE:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

    Luiz Domingos de Luna | 02-09-2008 - 00:10:47 GMT 1 #

  18. Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração.

    Luiz Domingos de Luna | 08-09-2008 - 18:08:03 GMT 1 #

  19. Travessia

    Luiz Domingos de Luna
    www. meninodeusaurora.com.br

    A Parede da mente
    Está quebrada
    No conflito da estrada
    É reviravolta somente

    Á águia está lá
    A asa ferida
    Sem guarida
    Sempre a voar

    A água agitada
    Tem que passar
    Furacão no ar
    Força anulada

    Na superfície a pisar
    O mergulho da morte
    É o único suporte
    Que espera chegar

    Tremulante momento
    Uma chuva de vento
    A águia a carregar
    Rasteja na onda
    Como uma lona
    O espaço ganhar
    A asa dobrada
    Tão fatigada
    A praia chegar

    Luiz Domingos de Luna | 16-09-2008 - 00:15:12 GMT 1 #

  20. Transformação

    Luiz Domingo de Luna
    www.meninodeusaurora.com.br

    Reguei uma planta
    No meu jardim
    Era um Jasmim
    Beleza que encanta

    Entre espim
    Uma lagarta
    Como uma carta
    Vinha a mim

    Toda enrolada
    Comia clorofila
    Plumagem colorida
    De fogo chamada

    Numa manhã florida
    A lagarta sumiu
    A borboleta me viu
    Nos caminhos da Vida

    Contemplando o chão
    A asa em giro agitava
    A Paisagem deixava
    Na linha da imensidão

    Luiz Domingos de Luna | 16-09-2008 - 00:17:18 GMT 1 #

  21. Meu Pai

    Luiz Domingos de Luna
    www. meninodeusaurora.com. br.

    Posso chamar de Pai
    A Vida ele me deu
    Na construção do meu eu
    O respeito vem e vai

    Fica a recordação
    Do lindo ensinamento
    O Meu sentimento
    Sempre no coração

    Na selvageria social
    A Bondade ele expressa
    Uma vida que começa
    Ao primeiro sinal

    Difícil civilidade
    Implantar na geografia
    Serenidade e sabedoria
    No Opaco olhar da cidade

    Oh! Ingrata geração
    Para dar alinhamento
    O Brilho do Conhecimento
    O Pulsar da gratidão

    Caldo cultural deficiente
    Espaço rústico de dor
    Cuidai mestre, Meu Senhor
    Na seleção da semente

    Viajaste hoje ao mundo celestial
    A Paz e o ensinamento
    Quebrando sempre correntes
    Plantando boas sementes
    Num mundo desigual

    Luiz Lomingos de Luna | 21-09-2008 - 15:34:28 GMT 1 #

  22. Passos

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

    Luiz Domingos de Luna | 07-10-2008 - 18:49:37 GMT 1 #

  23. Tentação

    Luiz Domingos de Luna
    Buscar na web

    Toc, Toc, a porta fechava.
    Numa linda manhã
    Na inocência louçã
    Uma Gata me olhava

    Uma gata manhosa
    De pele macia
    Cheia de alegria
    Toda fogosa

    Dormia e roncava
    Ficava admirado
    No braço cruzado
    Na estrada levava

    De uma grande leveza
    Inofensiva parecia
    Ao passo que transcorria
    Um olhar de beleza

    Um Automóvel buzinava
    Na curva da estrada
    A Gata assustada
    O Meu lábio rasgava

    A tentação do momento
    De me sangrar
    A boca a rasgar
    Desejo cruento.

    No lábio a fenda rochosa
    A Linha bem cruzada
    Cicatriz estampada
    De uma gata perigosa.

    Luiz Domingos de Luna | 16-10-2008 - 17:34:39 GMT 1 #

  24. A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é sadia, responsável, honesta, leal e principalmente intelectualizada.

    Luiz Domingos de Luna | 16-10-2008 - 23:04:24 GMT 1 #

  25. Onda que chora

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    História dos papéis
    O mouse a demarcar
    Palavras que somem
    Mas que vão voltar

    A tela da história
    Um trabalho a postar
    Um instante eterno
    Que não vai durar

    Tudo a voar
    Sempre escrevendo
    De um tempo correndo
    Não pode parar

    Vida sumida
    Na abstração
    Vida já vivida
    Em outra ilusão

    No útero da terra
    Vai transformar
    Onda que passa
    A outro repassa
    Sempre a chorar

    Luiz Domingos de Luna | 27-10-2008 - 19:05:06 GMT 1 #

  26. Pesquisas Científicas, Consultas, artigos, postagens, monografias, teses Acadêmicas, resenhas, comentários, novas postagens

    Luiz Domingos de Luna buscar na web

    Ref. Bibliográfica
    Luiz Domingos de Luna é Professor da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel José Leite s/n, Araçá - Aurora - Ceará. Cep: 63.360.000 Tel (88)35433903.
    Fonte:http://marta-claudiaepedro.nireblog.com/post/2007/09/06/claudiaa#comment-94296
    Nota do Autor:
    Material disponívíel para estudo, tudo para o engrandecimento da epistemologia genética da Humanidade.
    Na repostagem citar este referência bibliográfica.
    Grato,
    O Autor.

    Luiz Domingos de Luna | 30-10-2008 - 23:16:27 GMT 1 #

  27. Interrupção

    Luiz Domingos de Luna
    Buscar na web

    O Tempo quebra o espaço
    No grito que foi sufocado
    Corpo sem vida parado
    Marca do tracejado Compasso

    Deixei a marca no aço
    Não completei a missão
    Estou noutra dimensão
    Não sei o que é que faço

    A matéria não cabe em mim
    A luz não curva o universo
    Penso que atravesso
    Um Horizonte sem fim

    Estás próximo de mim
    Mas como manter contato
    Não sou um ser de fato
    Sou uma onda vaga sem fim

    Falta o ponto linha ou cruz
    Ou uma voz para falar
    Não posso sempre vagar
    Numa atmosfera sem luz

    Luiz domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:41:28 GMT 1 #

  28. A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    O Autor.

    Luiz domingos de Luna | 09-11-2008 - 16:42:48 GMT 1 #

  29. Pingo da vida?

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Era um pingo
    Começou a girar
    Fiquei a olhar
    O Seu caminho

    Desceu a ladeira
    Parou um segundo
    Estava imundo
    Cheio de poeira

    Bolinha consistente
    Ganhou conteúdo
    Da parte o tudo
    Sempre à frente

    Rolou num tinteiro
    Ficou colorido
    Bicho sabido
    Fugiu bem ligeiro

    Atravessou uma vala
    Passou na ferida
    A Bactéria Lambida
    A Vida levava

    Pingo complicado
    Todo disformado
    É a vida da ferida
    Ou o pingo da vida?

    Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 22:48:17 GMT 1 #

  30. Ser fã de Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca vai tê-lo, nem nunca vai perdê-lo, pois ele sempre vai estar dissolvido nas suas lindas poesias.

    Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 23:19:23 GMT 1 #

  31. Pingo da vida?

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Era um pingo
    Começou a girar
    Fiquei a olhar
    O Seu caminho

    Desceu a ladeira
    Parou um segundo
    Estava imundo
    Cheio de poeira

    Bolinha consistente
    Ganhou conteúdo
    Da parte o tudo
    Sempre à frente

    Rolou num tinteiro
    Ficou colorido
    Bicho sabido
    Fugiu bem ligeiro

    Atravessou uma vala
    Passou na ferida
    A Bactéria Lambida
    A Vida levava

    Pingo complicado
    Todo disformado
    É a vida da ferida
    Ou o pingo da vida?

    Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 23:21:36 GMT 1 #

  32. Aquecimento Global

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Sapo Dourado Panamenho
    Da floresta americana
    Beleza pura que emana
    Da natureza em desenho

    Amarelo, delgado e pulador.
    Afilado, gentil e hospitaleiro.
    Cantando no lindo desfiladeiro
    Nos bosques um hino de amor

    Predador do equilíbrio natural
    No habitat rico dos pampas
    Deslisa no declive das rampas
    Numa felicidade sem igual

    Dos rios, lagos e florestas.
    Vaidoso no passeio matinal
    Não vê o aquecimento global
    Devorar sua história sua festa

    O Fungo espera para atacar
    O Planeta deu sinal de alerta
    O fungo voa como uma flecha
    O Sapo não vai mais cantar

    Amarelo é a cor da atenção
    Do sapo panamenho dourado
    Da existência já foi tirado
    Mais um ser em extinção

    Luiz Domingos de Luna | 18-11-2008 - 16:16:26 GMT 1 #

Deixar um Comentário


<a href> <em> <blockquote> <strong> <cite> <code> <ul> <li> <dl> <dt> <dd>

Arquivo | Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis